Seguindo os passos do bem-amado Muhammad

Episódio 7: Os primeiros quatro anos depois da revelação

Em nome de Allah, O Misericordioso, O Misericordiador. Que a paz esteja convosco!

Bem-vindos a um novo episódio de “Seguindo os passos do bem-amado”. Hoje é o sétimo dia de Ramadan. Como estão indo as orações, as súplicas, a leitura do Quran, etc?

Este é o melhor Ramadan que você já presenciou ou não?

Estas são palavras de estímulo e apoio a todos nós para que este seja o melhor mês da nossa vida. Que esta noite seja uma noite de salvação do fogo do inferno!

Hoje vamos falar dos primeiros 4 anos que se seguiram à revelação. Depois de receber a revelação sagrada do anjo Gabriel (AS) e falar com Waraqa Ibn Nawfal, o Profeta estava, agora,  preparado para começar seu caminho e difundir sua mensagem. Esta mensagem não tinha somente por fim fazer as  pessoas abandonarem os ídolos e adorarem a Allah, mas também fazer ressurgir o renascimento da terra, ou seja, de todo o mundo.

Com que meios contava o Profeta para servir seu propósito? Nenhum. Estava sozinho, sem nenhum apoio, sem dinheiro, sem ninguém que lhe seguisse. Mas tinha uma fé profunda em sua mensagem, seus elevados princípios e 20 anos de preparação.

Além disso, contava com 4 suras do Quran:

A sura Al Alaq (o coágulo) que coloca ênfase no valor do conhecimento, onde Allah diz: “Lê em nome do teu Senhor que criou” (69:1)

Também tinha a sura Muzamil aconselhando a devoção durante a noite, onde Allah diz:

“Ó tu, acobertado, Levanta-te à noite (para rezar), porém não durante toda a noite” (73:1-2)

Também tinha a sura Mudhathir onde lhe ordenava que levantasse, onde Allah diz:

“Ó tu, emantado! Levante-te e admoesta!” (74:1-2)

Finalmente tinha al Fatiha que afirmava que ele era o Profeta da Misericórdia para toda a humanidade. Onde Allah diz: “Louvado seja Allah, Senhor do Universo, O Misericordioso, O Misericordiador” (1:2)

Nosso Profeta é um profeta da misericórdia, não de violência. Sua mensagem está embasada em reforma e não em destruição.

Muita gente pensa que divulgar o Islam foi um processo direto, as pessoas foram convidadas a entrar o islam e aceitaram. Quando na verdade o processo se ajustava em planejamento ajustado em um calendário prévio. O plano do Profeta, consistia em alguns passos graduais; para mover-se de um passo para o seguinte dependia do êxito do passo anterior. Essa é uma metodologia humana apropriada para todos que querem o ressurgimento. Hoje em dia temos uma imensa necessidade de imitá-lo, com a ajuda de pessoas que podem aprender do Profeta e seus companheiros.

O primeiro passo no caminho da reforma não foi romper um ídolo ou utilizar a violência, mas sim difundir-se no meio da sociedade e formar uma base de homens e mulheres excepcionais que seriam as raízes profundas sobre as quais se fundaria sua mensagem. Isso requeria que tivessem elevados valores morais, forte resistência e êxito. A seleção que o Profeta fez não foi de qualquer forma e sim segundo critérios seletivos, já que a classificação dos jovens de Quraish  e a consecução dos seguidores mais excepcionais faria a mensagem mais forte e impossível de extirpar-se.

A primeira fase durou 3 anos durante os quais o Profeta reuniu 200 seguidores.

Alguns livros da Sirah (Biografia do Profeta) descrevem erroneamente os 3 primeiros anos como uma fase secreta, o qual está longe da verdade. Essa fase, em especial, estava dedicada a chamar pessoas especiais.

A primeira seguidora foi uma mulher. A primeira pessoa que cumpria com todas as condições de moralidade, força e êxito era Khadija, que Allah esteja satisfeito com ela. Todos os estudiosos concordam que ela foi a primeira pessoa que se prostrou perante Allah depois do Profeta. Essa é uma questão de orgulho para todas as mulheres. Se hoje em dia as mulheres não estão sendo bem tratadas, e se você interpreta mal o hadith “As mulheres são deficientes em mente e religião” (Sahih Al-Bukhari, volume 1, livro 6, número 301. Narrado por Abu Said Al-Khudri ), lembre-se da importância de Khadija que podemos chamar de primeira crente depois do Profeta. Convido os homens a animar as mulheres e que insistam em seu importante papel no Islam. O Islam precisa de cada um de nós : Homens e mulheres.

Abu Bakr foi a segunda pessoa a abraçar o Islam. Ele não vacilou nem pediu um tempo para refletir como fizeram os outros, o Profeta lhe falou do Islam e imediatamente ele aceitou. Ali abraçou o Islam quando tinha 10 anos e logo foi Zaid Ibn Haritha. Até então o Profeta tinha 4 seguidores.

Abu Bakr entendeu que o Profeta estava buscando pessoas excepcionais. Por isso em sua primeira semana de Islam, reuniu 6 seguidores a mais, que mais tarde seriam 6 dos 10 os quais lhes foram garantidos o Paraíso. Eram: Othman Ibn Affan, Talha Ibn Obaidellah, Al Zubair Ibn al Awwam, Abd Rahman Ibn Auf, que foi um comerciante famoso, Saad Ibn Abi Waqas, que conquistou o Iraque, Abu Obaidah Ibn Al Jarrah, que conquistou a região de Al Sham. Todas as boas ações desses grandes homens estarão também na balança de Abu Bakr no Dia do Juízo. A lealdade de Abu Bakr e seu compromisso com a mensagem foi a chave de seu êxito em converter esses grandes homens ao Islam em sua primeira semana como muçulmano.

Pode ele ter sido magro e fraco, mas se se pudesse pesar a sua fé juntamente com a fé de toda a humanidade, sua balança estaria mais inclinada.

Durante um período de 6 meses, o número de seguidores aumentou para 45. A maioria deles eram jovens de idade não superior a 30 anos. Eram 27 homens e 18 mulheres. Compreendiam 34 companheiros ricos e 11 pobres. Esses companheiros eram de 16 tribos diferentes. Essa era parte do plano do Profeta, para que fossem integrados na sociedade. Agora havia um muçulmano em cada casa. Esses companheiros procediam de diferentes estatus social. Ammar Ibn Yasser e Bilal Ibn Rabah eram escravos, mas Othman Ibn Ma’zum era um senhor rico.

Cada coisa boa que nós hoje desfrutamos começou com esses 45 grandes companheiros. Deixem que isto seja como uma lição para todos nós, se queremos mudar a imagem ruim e incorreta associada ao Islam, e para demonstrar a todo mundo a sua beleza temos que ser parte do tecido da sociedade e aumentar nossas boas ações para que os demais nos sigam. Nunca chegaremos a realizar o ressurgimento a menos que cheguemos a cada ruela ou caminho, a cada intelectual ou analfabeto. Temos que colocar um fim a esta situação de deterioração da nossa religião! Temos que levantar e despertar da nossa longa sonolência!

Deixe-me repetir a pergunta novamente: Você seria escolhido pelo Profeta se tivesse vivido naquele tempo?

Os mesmos critérios se aplicam para ser companheiro do Profeta no Paraíso. Ontem li umas palavras que me comoveram, foram escritas por uma mulher de 26 anos. Disse que aprendeu 6 idiomas para difundir a história do Profeta Muhammad em todo o mundo. E estava perguntando: “Seria isso suficiente para que ele me escolhesse?”

Outro jovem me enviou sua história dizendo que termina cada ano com excelente qualificação em sua faculdade de Medicina com a intenção de ser escolhido.  Não é tão fácil para que sejas escolhido para ser companheiro do Profeta no Paraíso. O que você tem feito para merecer essa honra?

Na casa do Profeta todos abraçaram o Islam. Na casa haviam 10 membros: Khadija, as quatro filhas (Zainab, Ruqaya, Um Kulthum e Fátima) , também haviam 2 serventes e 2 jovens: Ali Ibn Abu Talib e Zaid Ibn Haretha.  Como invejamos esses que foram seus primeiros seguidores!

Lembro de uma frase de Saad Ibn Abi Waqas: “Houve um momento em que eu representava o quarto membro do Islam”. Ele foi a quarta pessoa a abraçar o Islam. Um dos companheiros chamado Al-Ashaz  Ibn Qais, narrava que uma vez, quando era a época da peregrinação, foi a Makkah porque era comerciante, para terminar um negócio com Al Abbas (tio do Profeta). Enquanto conversavam, viu um homem, que era o Profeta, saindo de uma tenda, que olhou para o sol e começou a rezar. Logo veio um jovem e ficou ao seu lado e também começou a rezar. Por fim, uma mulher saiu da tenda e ficou junto a eles e também começou a rezar. Al-Ashaz  estava estupefato e perguntou a Al Abbas o que aqueles 3 estavam fazendo. Al Abbas lhe disse que estavam rezando. Logo ele perguntou quem eram eles. Al Abbas respondeu: “é meu sobrinho Muhamad, o jovem é Ali, meu outro sobrinho e a mulher é Khadija a esposa de Muhamad que diz ser profeta e eles são seus seguidores”. Logo Al Abbas lhe perguntou se Al- Ashaz queria se incorporar a Muhamad, mas Al- Ashaz não quis e preferiu terminar seu negócio. Al- Ashaz abraçou o Islam 20 anos depois e se arrependeu por não ter sido a terceira pessoa que tivesse abraçado o islam, e se colocasse ao lado de Ali.

Assim, pois, não perda a oportunidade de participar do ressurgimento quando batem na sua porta, porque talvez se arrependa pelo resto de sua vida.

Três anos depois, o número de muçulmanos havia aumentado em mais 100 pessoas. Quraish não percebeu este aumento, o que significa que o plano do Profeta teve êxito.  Três anos haviam passado sem confrontação nem conflito e agora uma parte da elite estava do nosso lado, e o Islam estava presente dentro de cada lar em Makkah. Três anos haviam passado marcando o fim dessa primeira fase.

Agora o Profeta tinha que dar o segundo passo, tinha que anunciar o Islam publicamente com audácia. Agora era tempo de que a idéia chegasse a todas as pessoas do mundo.

Eram fortes juntos, mas sua meta excedeu esse pequeno grupo de crentes. A postura do Profeta refletiu a flexibilidade de sua mente e sua sabedoria em planejar, já que ele sempre tomou a iniciativa e Quraish respondia as suas ações. Nunca puderam obriga-lo a seguir uma seqüência de ações apesar de seu poder (de Quraish).

Devemos aprender com o nosso Profeta que jamais devemos nos sentir intimidados nos assuntos de direito. Dois versículos foram revelados ao Profeta. O primeiro: “Proclama, pois, o que te tem sido ordenado e afasta-te do idólatras” (15:94) advertindo-lhe de seus adversários e seus danos. O segundo nos diz que já não estamos na fase seletiva: “E admoesta os teus parentes mais próximos.” (26:214) Observe que a revelação não disse ao Profeta por onde começar, só foi lhe ordenado que fizesse a mensagem pública e foi deixado para colocar o seu plano em ação.

O Profeta resolveu começar pela sua própria família, não com toda Quraish.  Convidou sua família, homens e mulheres para um banquete. Os deixou comer primeiro, logo, na medida em que iria começar a falar, Abu Lahab lhe interrompia, falando mal de sua mensagem e advertindo das más conseqüências que sucederiam se Muhammad não parasse. O Profeta não perdeu sua compostura nem seu humor, nem sequer lhe deu ouvidos (aos crentes tensos e irritados, lhes aconselho que aprendam com o Profeta).

O Profeta não queria começar sua mensagem com uma discussão com seu tio, decidiu lhe dar outra oportunidade. A resposta de Abu Lahab estava isenta de ódio ao Profeta, pelo contrário, ele gostava muito dele, até o ponto de que seus 2 filhos (Otbah e Otayba) estavam comprometidos com 2 filhas do Profeta, Ruqaya e Um Kulthum, mas Abu Lahab estava preocupado pelo seu negócio, e sabia que essa mensagem iria colocar Quraish contra eles. A nova religião chamava a erradicação dos ídolos da Kaabah, o que significava que as outras tribos iam fazer represarias atacando suas caravanas comerciais. Por isso resolveu revelar a todos que estava contra o Profeta para evitar qualquer problema. Jamais coloque a verdade em um prato da balança e seus interesses no outro e logo deixar que seus interesses prevaleçam!

Outra vez o Profeta convidou sua família a outra festa, mas dessa vez preferiu falar com eles enquanto comiam, não excluiu Abu Lahab para evitar mais hostilidade. O Profeta começou a falar confidencialmente, informando-lhes do Islam: “Oh filhos de Hashem resgatem a vós mesmos do fogo do Inferno; Oh filhos de Abdul Mutalib resgatem a vós mesmos do fogo do Inferno; Oh Fátima resgate a ti mesma do inferno, já que depois não poderei lhe proteger por manter vínculos familiares contigo.” (Sahih Muslim, livro 001, número 0399, narrado por Abu Huraira.)

Abu Lahab não mudou sua posição, enquanto que Abu Talib, o outro tio, conservou a promessa que fez ao seu pai de cuidar de Muhamad pelo resto da vida.

O Profeta conseguiu seu objetivo na festa: o apoio e a proteção da família. O Islam nos ensina a contar com a proteção de Allah em qualquer momento, mas também ter em conta todas as necessárias precauções, além do seu desejo de que cressem em sua mensagem.

Hamza e Al Abbas moveram seus rostos para o outro lado, Abu Talib não queria deixar o pensamento de seus pais, mas apostava na honestidade de Mohamad. O resto da família estava em silêncio.  Ninguém o seguia exceto um menino, Ali que lhe apertou sua mão para assegurar sua lealdade.

Porque nós não fazemos o mesmo e reunimos nossa família para fazer algo correto?

O Profeta escolheu um local destacado de Makkah, a montanha de Safah, para declarar o Islam. Subiu nela e começou a chamar as pessoas para que se reunissem. Façamos da força do Profeta uma inspiração para nós! Lembre do versículo:

“(Eis aqui) um Livro, que te foi revelado para que não haja receio em teu peito, e para que, com ele, admoestes os incrédulos, para que seja uma mensagem aos fiéis.” (7:2)

Começou chamando a “Oh Bani Fihr, Oh Bani ‘Adi...” dirigindo-se a várias tribos de Quraish até que se reuniram. Disse-lhes: “Se eu lhes dissesse que há um exército inimigo no vale que quer atacá-los, vocês creriam em mim?” Responderam: “Sim, já que nunca disseste mais do que a verdade.” Ele disse: “Sou o Mensageiro de Allah para vocês, para adverti-los de um sério castigo.”

Abu Lahab disse ao Profeta: “Que pereçam suas mãos! Você nos reuniu para esse propósito?”  (Sahih Al Bukhari, parte 6, livro 60, número 293, narrado por Ibn Abbas.)

Logo o Quran disse:

“Que pereça o poder de Abu Láhab e que ele pereça também! De nada lhe valerão os seus bens, nem tudo quanto lucrou. Entrará no fogo flamígero, Bem como a sua mulher, a portadora de lenha, Que levará ao pescoço uma corda de esparto” (Sura 111)

A traição é muito dolorosa, ainda mais quando vem de alguém próximo. Abu Lahab é a única pessoa que se menciona assim no Quran, porque foi o primeiro a provocar os outros para enfrentar o Profeta. O Profeta, um homem virtuoso, não respondeu.  O Profeta disse: “Quem precede fazendo um mal no islam, o castigo se dirige a ele, e o dos seus seguidores, sem nenhum alívio aos seus castigos.” (Sahih Muslim, livro 005, número 2219, narrado por Parir Ibn-Abdullah.)

Depois o Profeta desceu da montanha e começou a convocar ao Islam. Falou com as pessoas sobre a salvação e sobre a religião. Não advertia do fogo do inferno sem lhes prometer o Paraíso. Queria atrair as pessoas para a religião. Por isso não espantou as pessoas com palavras sobre o tormento e a dor.

Disse: “Oh gentes digam não há divindade além de Allah e prosperem!” (Sahih Bukhari. 3/465. Narrado por Monieb Abu Ayub Al Azdy Al Ghamdy)

Depois disso, Quraish deixou de ser neutro com relação ao Profeta. Apesar de que preferiram a violência contra ele e seus seguidores, ele nunca se inclinou para a violência, porque não se deve atacar seus familiares.

Apesar dos seguidores serem somente 200, sendo que a população de Makkah era de 20.000 a 30.000 habitantes, esses seguidores eram capazes de estremecer Quraish já que estavam muito enraizados na sociedade. Estou mencionando isso agora para demonstrar aos que preferem o isolamento que o Profeta era flexível. Temos que falar com as pessoas em sua própria língua sem renunciar a religião. Quraish tentou pará-lo por diversos meios, recorrendo a métodos mediante os quais tentaram jogar minhocas nele e ridicularizando suas palavras, tentando causar-lhe um dano psicológico, até que finalmente, inclusive, tentaram matá-lo.

Começaram a chamá-lo por vários nomes: poeta, louco, etc, até que Walid Ibn Moghira começou a chamá-lo de feiticeiro, que separa o homem de sua esposa, o homem de seu pai e de seu filho. Walid sabia que Muhammad era sincero, mas era muito arrogante para admiti-lo. Então Allah revelou alguns versículos para descrever Walid. Allah disse:

Deixa por Minha conta aquele que criei solitário, Que depois agraciei com infinitos bens, E filhos, ao seu lado, E que agraciei liberalmente, E que ainda pretende que lhe sejam acrescentados (os bens)! Qual! Por Ter sido insubmisso quanto aos Nossos versículos, Infligir-lhe-ei um acúmulo de vicissitudes, Porque meditou e planejou. Que pereça, pois, por planejar, E, uma vez mais, que pereça por planejar! Então, refletiu; Depois, tornou-se austero e ameaçador; Depois, renegou e se ensoberbeceu; E disse: Este (Alcorão) não é mais do que magia, oriunda do passado; Esta não é mais do que a palavra de um mortal! Por isso, introduzi-lo-ei no tártaro!” (74: 11- 26)

Quando o Profeta falava do Islam, Abu Lahab lhe perseguia para dizer às pessoas que seu sobrinho estava louco e que não cressem nele. Além disso convidaram  Al-Nadr Ibnul-Hariz, persa, para aprender relatos e narrações iguais aos que o Profeta Muhamad narrava. Até o ponto de acusar o Profeta de ser um espião. Disseram também que outras pessoas lhe ensinaram tais lendas.

E Allah disse:

“Os incrédulos dizem: Este (Alcorão) não é mais do que uma calúnia que ele (Mohammad) forjou, ajudado por outros homens! Porém, com isso, proferem uma iniqüidade e uma falsidade. E afirmam: São fábulas dos primitivos que ele mandou escrever. São ditadas a ele, de manhã e à tarde! (25: 4-5)

Apesar de tudo isso nada se podia fazer contra o Profeta que havia dedicado todo o seu tempo e serviço para a mensagem.  Allah disse:

“É possível que te mortifiques de pena por causa deles, se não crerem nesta Mensagem” (18: 6)

Apesar de suas tentativas para balançar a confiança das pessoas nele, o número de crentes foi crescendo incessantemente, por que a verdade sempre predomina no final. Por exemplo, mesmo que um grupo tente assoprar a poeira para encobrir o céu, toda a poeira cai sobre eles enquanto que o céu permanece luminoso e limpo!

Nossa lição de hoje é:

Temos que dedicar nossa vida para a verdade, seguindo os passos do Profeta. Não se envergonhe da verdade e planeje para alcançá-la.

 

Pof. Amro Khaled,

Tradução irmã Zohra!