
![]()
Cientificamente está provado que as bebidas alcoólicas são uma das grandes causas de doenças cardíacas, do fígado, do estômago, do pâncreas e do cancro. As bebidas alcoólicas não contêm nenhuma componente mineral ou proteínas nem têm nenhum efeito benéfico para o corpo. A maior parte dos acidentes de viação são causados por influência do álcool. Um carro conduzido por um bêbado transforma-se em caixão. As bebidas alcoólicas mudam o estado mental da pessoa: dorme na rua, urina em qualquer parte e chega ao ponto de fazer necessidades nas calças, tomando-se num objeto de escamo para as crianças. Um bêbado não consegue distinguir entre o bem e o mal. As suas ações resultam na inimizade e ódio que perturbam a paz e a tranqüilidade da sociedade. Setenta por cento dos divórcios e de distúrbios nos lares são causados pelo álcool. O álcool já derramou
muito sangue lançou muita gente à falência, desonrou muitas mulheres e cavou
muitas campas que qualquer outra bebida. Não ajuda o pobre, não protege ao fraco, não cura o doente, não ajuda a viúva nem ao órfão. Cria o desemprego, a miséria, a tristeza, o adultério, o roubo, mau caráter, banditismo, assassínios, raptos, mendigagem, etc. enfim uma vida sem objetivo e alento. O álcool também causa a impotência sexual nos homens e reduz a fertilidade masculina.
Por isso, o Profeta Todas as pessoas honestas e sensatas devem unir-se para oporem-se à venda e ao consumo de bebidas alcoólicas em pequenas ou grandes quantidades. Qualquer pessoa deve aconselhar o consumidor de bebidas alcoólicas para o caminho reto, isto se pretender-se ser verdadeiramente livre. O dinheiro gasto no fabrico, na venda e no consumo de bebidas alcoólicas pode servir para comprar medicamentos, vestuário, educação e alimento para crianças. O álcool é a arma mais forte nas mãos de satanás para desviar e escravizar as pessoas. Para milhões de pessoas o álcool tomou-se num falso deus e num meio de conforto e apoio. Quando se sentem derrotados, desencorajados, desapontados e frustrados recorrem ao álcool - não a Deus - para consolação e conforto. O álcool tomou-se num ídolo, um ídolo vicioso que escraviza e destrói. Uma lata de cerveja (importada) custa no (Brasil) quase meio dólar, equivalente
a 30 dólares por mês, se alguém tomar por dia só duas latinhas isto sem
falar dos whiskys ou outras bebidas, cujo preço é alto. É um ordenado mensal
de um chefe de família e são preciosas divisas do País, que podiam ser
utilizadas na importação de bens necessários como medicamentos, material
escolar, alimentação, etc. E o resultado disto evidentemente em muitas
casas reflete-se na falta de bens fundamentais muitas crianças dormem
esfomeadas e ficam mal nutridas. E pior torna-se ainda, pois, os governos são obrigados a desviar para medicamentos, verbas e outros recursos que possuem em detrimento das necessidades vitais, com vista ao tratamento de doenças causadas pelo consumo de bebidas alcoólicas. O Álcool do Ponto de Vista Islâmico Todos são unânimes em repugnaras bebidas alcoólicas, porém, de entre todas a religiões e ideologias do mundo, o Islam é que tomou uma posição firme e rigorosa contra o álcool. A mil e quatrocentos anos, no ano 627 d. C., o Islam declarou guerra absoluta e total contra o álcool, pois, o álcool é um mal e o mal tem de ser combatido. É um inimigo que tem de ser derrubado. O Muçulmano não pode
ser liberal na condenação ao álcool por causa das amizades. Deus menciona aqui os efeitos prejudiciais das bebidas alcoólicas e dos jogos de azar na sociedade, tais como inimizades, ódios, intrigas, calúnias, injúrias, além de que causam na pessoa o desleixo na observância de suas obrigações religiosas (na recordação a Deus e no cumprimento da Oração). Quando esses versículos
foram revelados, a reação dos muçulmanos de então, foi histórica, pois os
que estavam a beber, imediatamente deitaram os copos para o chão, cuspiram logo
e o que estava armazenado ou ainda a ser fermentado foi destruído. Consta que
nesse dia o vinho escorria nas ruas de Madina como se de água das cheias se
tratasse. {Relato de AI-Bukhari} O Profeta "Tudo o que intoxica seja pouco ou muito é Harám (proibido - ilícito), pois o pouco leva a pessoa para o muito e assim se vai viciando." {Relato de Muslim} E disse ainda: O Profeta E disse também: 01 Quem produz. Arrendar o local, os meios de transporte ou utensílios para venda, transporte ou produção de vinho ou qualquer tóxico é proibido no Islam e a receita disso é Harám (proibido). Pois Deus diz: "Não colaborai um com outro no pecado." {5ª : 2} Quiseram saber junto do
Profeta "Tudo que intoxica é Harám (proibido) e todo tipo de Khamr é Harám." O Profeta O Profeta Um muçulmano não pode importar nem exportar bebidas alcoólicas e nem pode oferecer a ninguém nem mesmo a um não-muçulmano, assim como fazem algumas pessoas em ocasiões especiais (Natal, Ano Novo, etc.). Também não pode trabalhar em fábricas de produção de vinho ou outros tóxicos, em bares ou restaurantes, onde os mesmos são servidos. Não é permitido a um muçulmano vender uvas se souber que o comprador vai produzir vinho com as mesmas, tudo isto como medidas de combate a este mal. O Ocidente combate apenas as drogas e não as bebidas alcoólicas (talvez por serem os principais produtores), enquanto os dois são prejudiciais, havendo médicos que considerem as bebidas alcoólicas mais perigosas que as drogas, devem ambas serem combatidas da mesma forma e rigor. O muçulmano não pode recebê-las como prenda, porque ele é puro (muçulmano) e por isso não dá e nem recebe o que é impuro.
Uma vez um homem trouxe vinho e ofereceu ao Profeta
O homem perguntou se podia dá-lo como prenda a um judeu. O Profeta
O homem disse:
Consta num Dito narrado por Ômar (R) em que o Profeta
Consta que o Khalifa Ôrnar
Bin Abdul Aziz, chicoteava os que bebiam e também os que apenas faziam
companhia, mesmo sem beber. "Comecem mesmo por ele, pois vocês não ouviram Deus dizer no Seu Livro: "Por certo que Ele vos instruiu, no Livro, que quando notardes que blasfemam, que escarnecem os versículos de Deus, não vos senteis com eles, até que mudem de conversa; porque, se assim não fizerdes, sereis iguais a eles. Sabei que Deus reunirá, no Inferno, todos os hipócritas e incrédulos." {4ª:140} Deus concedeu
superioridade ao ser humano em relação a outras criaturas ao dotá-lo
exclusivamente, do juízo. Porém, o ser humano quer destruir esse mesmo
dom precioso ao consumir bebidas alcoólicas. «O álcool paralisa os sentidos, cria o desamparo, causa vômitos, elimina o débil reflexo da razão que vacila na nossa mente pobre. Supera o homem forte e torna-o como um animal enfurecido que com a sua face mudada e os olhos avermelhados, faz juramentos, ameaça os que o rodeiam e insulta os inimigos imaginarias. Em nenhuma espécie de animais, nem entre porcos, nem chacais, nem burros, tal ignomínia é encontrada. A coisa mais feia na criação é o bêbado: um ser repulsivo, que envergonha a qualquer um de pertencer a sua espécie.» Então o que deve beber para saciar a sede? Os especialistas afirmam que é melhor beber água. Os refrigerantes e sumos de fruta adoçados, devido ao açúcar (natural ou artificial) aumentam a necessidade orgânica de água. O leite e seus derivados são alimentos que geralmente contêm um elevado teor de açúcar, de proteínas, e de gordura para saciar a sede. As bebidas que contêm álcool ou cafeína atuam como diuréticos e fazem com que o corpo perca água. A Bíblia também
condena as bebidas alcoólicas, pois consta: "Não prove nada do que
nasce da videira, não beba vinho nem licor nada que seja impuro."
Juizes,
Cap. 13, Vers. 14 E diz ainda: A chave do Paraíso Certa vez o Profeta (1)- Comparar com o versículo 219 da 2ª Surata, e respectiva nota. As pedras, aqui referidas, são as pedras do altar ou as colunas de pedra, nas quais era derramado óleo para a consagração, ou, ainda, as lajes sobre as quais se processava o ritual do sacrifício da carne para os ídolos. Qualquer prática idólatra ou supersticiosa é, aqui, condenada. Os ansab eram objetos de culto, comuns na Arábia pré-islâmica. voltar (2)- Essas setas eram, também, usadas ara tirar a sorte, isto é, para vaticinar momentos de sorte ou de azar, ou para ficar sabendo dos desejos dos deuses pagãos, quanto a se o homem deveria ou não empreender certos atos. voltar |